Comentário à colecção CHERUB
Eu li os três livros da Cherub em duas semanas, pois são muito viciantes, fantásticos e dá vontade de saber qual será o fim de cada um.
Eu nunca li livros muito grandes como os desta colecção, mas com os livros da Cherub, foi ao contrário. Quando acabo de ler um livro, fico mal, porque não queria que chegasse ao fim. Apesar destes livros parecerem muito grandes, à medida que avançamos no livro e acabamos de o ler, achamos que o livro era pequeno.
Nome de código: Kaipali
terça-feira, 29 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
Comentários de leituras
Acabei de ler o livro "Crónica dos Bons Malandros", de Mário Zambujal, que requisitei na Bilioteca da escola, Gostei muito da capa e do título, soava-me a aventura e acção, e foi isso que me despertou a curiosidade,
Quis saber como essa aventura se desenvolvia.
Resumidamente, a história desenrola-se a partir de um convite de um italiano a uma quadrilha formada por sete elementos de origem portuguesa. Trata-se de um assalto ao Museu Gulbenkian em que a proposta é roubar vinte e duas peças de joalharia da famosa colecção Lalique.
Eles usaram uma estratégia nunca antes vista e tão invulgar que parece impossível que algúem se tenha lembrado de tentar algo tão ousado.
São várias as personagens da história, cada uma com a sua alcunha, a propósito da sua maneira de ser ou de algo que já fizeram. A minha personagem favorita é Renato, mais conhecido por Pacífico, por odiar qualquer tipo de armas, por ser sensível, por ser forte, dedicado, por saber sempre o que quer e fazer por conseguí-lo, por ser tão romântico!...
Gostei de ler este livro porque é uma narrativa cheia de animação e peripécias loucas. Foi o livro de que eu mais gostei até hoje. É uma linda história de amor, que envolve mortes e até algum drama, mas ao mesmo tempo é muito, muito divertido.
Venham descobrir o fim desta crónica e digam-me se gostaram tanto como eu!
Iara Fernandes de Sena - 8º A
Quis saber como essa aventura se desenvolvia.
Resumidamente, a história desenrola-se a partir de um convite de um italiano a uma quadrilha formada por sete elementos de origem portuguesa. Trata-se de um assalto ao Museu Gulbenkian em que a proposta é roubar vinte e duas peças de joalharia da famosa colecção Lalique.
Eles usaram uma estratégia nunca antes vista e tão invulgar que parece impossível que algúem se tenha lembrado de tentar algo tão ousado.
São várias as personagens da história, cada uma com a sua alcunha, a propósito da sua maneira de ser ou de algo que já fizeram. A minha personagem favorita é Renato, mais conhecido por Pacífico, por odiar qualquer tipo de armas, por ser sensível, por ser forte, dedicado, por saber sempre o que quer e fazer por conseguí-lo, por ser tão romântico!...
Gostei de ler este livro porque é uma narrativa cheia de animação e peripécias loucas. Foi o livro de que eu mais gostei até hoje. É uma linda história de amor, que envolve mortes e até algum drama, mas ao mesmo tempo é muito, muito divertido.
Venham descobrir o fim desta crónica e digam-me se gostaram tanto como eu!
Iara Fernandes de Sena - 8º A
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