quinta-feira, 3 de maio de 2012

NOVO PASSATEMPO DA BIBLIOTECA ESCOLA

DE 03 DE MAIO A 11 DE MAIO

Uma data tão importante da nossa história recente, como o 25 de Abril de 1974, não podia deixar de ser assinalada pela BE, desta vez através de um passatempo com resposta on-line, mediante consulta de um placard informativo preparado com recortes da imprensa da época. 
Participa!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Passatempo nº 6 - A figura mistério


Nasceu em Veneza, em 4 de Março de 1678. Foi um compositor e músico italiano do estilo barroco tardio. Tinha a alcunha de il prete rosso ("o padre ruivo") por ser um sacerdote de cabelos ruivos. Compôs 770 obras, entre as quais 477 concertos e 46 óperas. Tocava violino. É sobretudo conhecido popularmente como autor da série de concertos para violino e orquestra Le quattro stagioni ("As Quatro Estações").
Tal como muitos outros compositores da época, terminou a sua vida em pobreza. As suas composições já não suscitavam a alta estima que tiveram em Veneza; gostos musicais em mudança rapidamente o colocaram fora de moda, pelo que terá decidido vender um avultado número dos seus manuscritos, por forma a financiar uma migração para Viena. As razões da partida para essa cidade não são claras, mas parece provável que terá querido conhecer Carlos VI, que adorava as suas composições, e assumiu a posição de compositor real na Corte Imperial. Contudo, pouco depois da sua chegada a Viena, Carlos VI viria a morrer. Este trágico golpe de azar deixou o compositor desprovido da proteção real e de fonte de rendimentos. Faleceu pouco tempo depois, no dia 28 de julho de 1741. Encontra-se sepultado na Universidade Tecnológica de Viena, na Áustria. Foi-lhe dada sepultura anónima de pobre. Igualmente desafortunada, a sua música viria a cair na obscuridade até aos anos de 1900.

segunda-feira, 26 de março de 2012


A figura mistério do passatempo nº 5 é Frédéric François Chopin, famoso compositor e pianista da era romântica. Parabéns aos alunos que participaram no passatempo! 

sexta-feira, 23 de março de 2012

VIDAS (IN)ANIMADAS!

A propósito de tudo e de todos, se podem contar "HISTÓRIAS DE VIDAS"!
Deixamos aqui três exemplos de escrita criativa, realizados sob orientação do professor de Língua Portuguesa numa atividade articulada com a BE.


O meu nome é Relâmpago Mcfinny. Nasci no meio de uma tempestade, numa nuvem negra.
Foi no dia nove de Dezembro de dois mil e vinte que eu saí das nuvens, nos Estados Unidos, e se os gregos ainda acreditassem na sua mitologia, eu seria a arma de Zeus ou o sinal da fúria dos deuses.
O meu pai fora um trovão, a minha mãe, uma corrente elétrica, e foi graças a eles que eu pude descer rapidamente do céu.
Ainda me lembro dos tempos em que eu andava na academia de relâmpagos. Nessa academia aprendi a ser rápido como a luz e silencioso como um ladrão, mas graças ao meu amigo Trovão Traquinas, que conheci na aula de meteorologia, o meu disfarce estava sempre a ser descoberto. E isto acontecia porque o Trovão Traquinas fazia um barulho do outro mundo.
Quando acabei a academia, recebi o meu diploma, que simbolizava o meu poder como relâmpago.
Foi nesta academia que eu tive a minha primeira paixoneta pela Nuvem Branca, suave como mármore e fofinha como algodão, mas infelizmente ela não me amava. Tão depressa me enchia de alegria… como de tristeza.
Uma pessoa que me marcou muito foi o herói Eletricidade, que era forte e que podia iluminar todas as casas da Europa à América.
Já contei tudo sobre a minha vida e agora está de irromper do céu rasgando a vastidão de nuvens à minha volta.
Lá ia eu com a força de uma explosão nuclear e parti ao meio uma macieira incendiando as folhas e torrando as maçãs.
Eu morri e orgulho-me disso!
                                                                                                                               Ruben Santos - 7º F



Sou um ser intemporal que acaba de ser fabricado na Suiça na fábrica Omega, sempre a rodar na mesma direção, sempre o mesmo som, sempre o mesmo ritmo, sempre o mesmo tique-taque, sempre…
Estou à venda numa loja da Omega em Nova York e estou guardado numa caixa à espera que alguém me leve e vejo o mundo de outra maneira… e sempre o mesmo tique-taque…
Passa-se um dia, dois dias, três, quatro e… já passou um mês desde que estou preso na mesma caixa, com o mesmo tique-taque à espera que me venham buscar.
Eu quero que uma pessoa famosa fique comigo, porque não quero passar por esta angústia que estou sempre a passar e pela angústia que os meus pais tiveram toda a vida, eu não a quero ter toda a vida!
De repente, entra um velho numa loja e oiço que quer comprar-me, mas eu não quero ir para a mão dele. Eu iria passar toda a vida triste com o mesmo tique-taque chato. Quando me iam tirar da caixa, ele foi-se embora e entrou uma pessoa famosa que me quis comprar… fiquei entusiasmado e excitado, porque me iam comprar e, ainda por cima, era um famoso. Chamava-se Emma Watson.
Ela comprou-me e eu fiquei contente… A casa dela era gigante… em Nova Iorque.
E a minha vida foi sempre a mesma e igual. Eu andava na mão esquerda dela, com os ponteiros a rodar sempre na mesma direção, com o mesmo ritmo, sempre o mesmo tique-taque e só olhavam para mim para ver as horas. Não gostava, não me davam amor, não me faziam cócegas nos ponteiros… e a minha vida foi sempre… assim…
Ricardo Almeida - 7º F


Olá, eu sou uma mina de lapiseira. Sou muito fina e muito frágil. Comecei por vir de uma fábrica. Tenho muita pena de não ter conhecido os meus pais, quero dizer, não sei o que são pais… mas isso não interessa. Depois de sair da fábrica, puseram-me numa caixa esquisita, a seguir senti a caixa a tremer, aquilo metia medo, parecia que estava num filme de terror.
De seguida a caixa abriu-se e retiraram-me dela. Depois puseram-me dentro de uma lapiseira. Puxaram-me para baixo e comecei a ver luz…
Agora, que estou cá fora, vejo umas linhas… Ohhhhh não…!
Raquel Fernandes – 7º F

sexta-feira, 16 de março de 2012

A apresentação do livro "A tua cara não me é estranha" juntou pais e filhos na BE.
Foi um fim de tarde diferente, que proporcionou um agradável convívio entre a escritora e os nossos convidados.
Vejam aqui alguns desses momentos!




segunda-feira, 12 de março de 2012

Estamos muito satisfeitos com a participação dos nossos alunos nos passatempos.
Desta vez, foi o aluno João Dinis Carvalho, do 5º B, que se voluntariou para fazer a pesquisa bibliográfica. Para descobrires a figura mistério dirige-te à estante da "Música" e consulta os livros História da Música (página 20) e O meu álbum da MÚSICA (página 42).
Também podes fazer uma pesquisa na internet, consulta o site:

 http://fragmentos.com.sapo.pt/romantismo/compositores.htm

Passatempo nº 5 - A figura mistério.

PARTICIPA ATÉ AO DIA 23 DE MARÇO
Foi compositor e pianista. Nasceu na aldeia de Żelazowa Wola, ducado de Varsóvia, filho de mãe polaca e de pai francês. Aclamado na sua terra natal como uma criança prodígio, aos vinte anos deixou a Polónia para sempre. Em Paris, fez carreira como intérprete, professor e compositor, De 1837 a 1847 teve uma relação turbulenta com a escritora francesa George Sand. Sempre com a saúde frágil, morreu em Paris aos 39 anos, vítima de tuberculose. 
De acordo com a família do compositor, nasceu em 1 de Março de 1810. Os seus pais tiveram outros três filhos. Em Outubro de 1810, quando tinha sete meses de idade, a sua família mudou-se para Varsóvia, onde o pai assumiu a função de professor de língua e literatura francesa.
A família falava polaco em casa. Cresceu culturalmente na língua polaca e nunca atingiu igual domínio da língua francesa. Era uma criança "aluada, pálida e sentimental", dotada de um instinto musical quase tão agudo quanto o de Mozart.
Durante os seus anos de escola, há rumores de que foi um talentoso retratista e mordaz escritor de cartas.
O jovem recebeu as primeiras aulas de piano da sua irmã mais velha e foi, posteriormente, ensinado por sua mãe. O seu talento musical logo apareceu, ganhando em Varsóvia a reputação de "segundo Mozart". Aos sete anos ele já era autor de duas polonesas (sol menor e si bemol maior).
O prodígio foi destacado nos jornais de Varsóvia, e tornou-se uma atração nos salões da aristocracia da capital. Também começou a dar concertos públicos para caridade. Diz-se que uma vez lhe perguntaram o que pensava que a plateia mais gostava nele; o garoto de sete anos de idade replicou: "a gola da minha camisa".
Ele apareceu pela primeira vez em público como pianista aos oito anos de idade. Em 1848, deu o seu último concerto em Paris. Ele inovou com novas formas musicais, como a balada, e introduziu significantes inovações nas formas existentes, como a piano sonata, a valsa, o nocturno, o estudo, o improviso e o prelúdio. Alguns citam as suas obras como "os principais pilares" do romantismo na música erudita do século XIX. Além disso, mostrou-se nacionalista mesclando a sua música com elementos eslavos; hoje as suas mazurcas e polonesas são fundamentais para a música clássica nacional polonesa.
Nas primeiras horas de 17 de Outubro morreu. Antes do funeral, de acordo com o seu desejo, o coração foi retirado devido ao medo de ser enterrado vivo. Foi posto, pela sua irmã, numa urna de cristal selada, destinada a Varsóvia. O coração permanece até hoje lacrado dentro de um pilar da Igreja da Santa Cruz. Foi enterrado, de acordo com o seu desejo, no Cemitério Père Lachaise. Depois, alguns dos seus amigos polacos foram a Paris, com um jarro de terra proveniente da sua terra natal, e espalharam-na pelo seu túmulo, para que ele se mantivesse em solo polaco. A sua sepultura atrai numerosos visitantes e é invariavelmente enfeitada com flores, mesmo no inverno.



A resposta ao passatempo nº 4 é... Johannes Gutenberg! Foi o primeiro a iniciar uma Revolução na Imprensa no séc. XV. Parabéns aos participantes, mas uma vez todos descobriram a figura mistério.

quinta-feira, 8 de março de 2012





A figura mistério do passatempo nº 3 é Alexander Fleming. Pela descoberta da penicilina e os seus efeitos curativos em várias doenças infeciosas recebeu, em 1945, o Prémio Nobel de Fisiologia/Medicina.


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Passatempo nº 4 - A figura mistério.

Participa até ao dia 9 de Março!

Nasceu em Mainz, uma cidade alemã, por volta de 1390, numa família abastada. Lia muito, numa altura em que poucos se podiam dar a esse luxo. Graças a este homem, há pouco mais de 550 anos, o livro passou a ser um objecto acessível a ricos e pobres. Digamos que ele inventou a cópia. Até aí, os livros eram copiados à mão por monges ou escribas e demoravam vários meses para ficarem prontos. Eram autênticas obras de arte e muito caros. O papel era de qualidade quase preciosa e tinha vinhetas, cabeçalhos e margens ilustradas. Tudo isso mudou quando ele inventou a imprensa. Os conhecimentos adquiridos na profissão de ourives foram fundamentais para a sua invenção dos tipos móveis de chumbo fundido, com que se faziam as letras para imprimir. Certo dia, conseguiu produzir caracteres móveis com uma letra cada, fundiu-os em série, agrupou-os de modo a formar palavras, linhas e páginas que, depois de tintadas, eram comprimidas contra o papel com uma prensa de madeira. No início da década de 1450 imprimiu o primeiro livro: a Bíblia. Nos anos que se seguiram, este invento produziu grandes transformações. Agora podia ler-se em qualquer local e a qualquer hora. O livro tinha deixado de ser um objecto precioso. O ensino deixou de ser, sobretudo, oral e pela primeira vez era possível aprender sozinho.