segunda-feira, 26 de março de 2012


A figura mistério do passatempo nº 5 é Frédéric François Chopin, famoso compositor e pianista da era romântica. Parabéns aos alunos que participaram no passatempo! 

sexta-feira, 23 de março de 2012

VIDAS (IN)ANIMADAS!

A propósito de tudo e de todos, se podem contar "HISTÓRIAS DE VIDAS"!
Deixamos aqui três exemplos de escrita criativa, realizados sob orientação do professor de Língua Portuguesa numa atividade articulada com a BE.


O meu nome é Relâmpago Mcfinny. Nasci no meio de uma tempestade, numa nuvem negra.
Foi no dia nove de Dezembro de dois mil e vinte que eu saí das nuvens, nos Estados Unidos, e se os gregos ainda acreditassem na sua mitologia, eu seria a arma de Zeus ou o sinal da fúria dos deuses.
O meu pai fora um trovão, a minha mãe, uma corrente elétrica, e foi graças a eles que eu pude descer rapidamente do céu.
Ainda me lembro dos tempos em que eu andava na academia de relâmpagos. Nessa academia aprendi a ser rápido como a luz e silencioso como um ladrão, mas graças ao meu amigo Trovão Traquinas, que conheci na aula de meteorologia, o meu disfarce estava sempre a ser descoberto. E isto acontecia porque o Trovão Traquinas fazia um barulho do outro mundo.
Quando acabei a academia, recebi o meu diploma, que simbolizava o meu poder como relâmpago.
Foi nesta academia que eu tive a minha primeira paixoneta pela Nuvem Branca, suave como mármore e fofinha como algodão, mas infelizmente ela não me amava. Tão depressa me enchia de alegria… como de tristeza.
Uma pessoa que me marcou muito foi o herói Eletricidade, que era forte e que podia iluminar todas as casas da Europa à América.
Já contei tudo sobre a minha vida e agora está de irromper do céu rasgando a vastidão de nuvens à minha volta.
Lá ia eu com a força de uma explosão nuclear e parti ao meio uma macieira incendiando as folhas e torrando as maçãs.
Eu morri e orgulho-me disso!
                                                                                                                               Ruben Santos - 7º F



Sou um ser intemporal que acaba de ser fabricado na Suiça na fábrica Omega, sempre a rodar na mesma direção, sempre o mesmo som, sempre o mesmo ritmo, sempre o mesmo tique-taque, sempre…
Estou à venda numa loja da Omega em Nova York e estou guardado numa caixa à espera que alguém me leve e vejo o mundo de outra maneira… e sempre o mesmo tique-taque…
Passa-se um dia, dois dias, três, quatro e… já passou um mês desde que estou preso na mesma caixa, com o mesmo tique-taque à espera que me venham buscar.
Eu quero que uma pessoa famosa fique comigo, porque não quero passar por esta angústia que estou sempre a passar e pela angústia que os meus pais tiveram toda a vida, eu não a quero ter toda a vida!
De repente, entra um velho numa loja e oiço que quer comprar-me, mas eu não quero ir para a mão dele. Eu iria passar toda a vida triste com o mesmo tique-taque chato. Quando me iam tirar da caixa, ele foi-se embora e entrou uma pessoa famosa que me quis comprar… fiquei entusiasmado e excitado, porque me iam comprar e, ainda por cima, era um famoso. Chamava-se Emma Watson.
Ela comprou-me e eu fiquei contente… A casa dela era gigante… em Nova Iorque.
E a minha vida foi sempre a mesma e igual. Eu andava na mão esquerda dela, com os ponteiros a rodar sempre na mesma direção, com o mesmo ritmo, sempre o mesmo tique-taque e só olhavam para mim para ver as horas. Não gostava, não me davam amor, não me faziam cócegas nos ponteiros… e a minha vida foi sempre… assim…
Ricardo Almeida - 7º F


Olá, eu sou uma mina de lapiseira. Sou muito fina e muito frágil. Comecei por vir de uma fábrica. Tenho muita pena de não ter conhecido os meus pais, quero dizer, não sei o que são pais… mas isso não interessa. Depois de sair da fábrica, puseram-me numa caixa esquisita, a seguir senti a caixa a tremer, aquilo metia medo, parecia que estava num filme de terror.
De seguida a caixa abriu-se e retiraram-me dela. Depois puseram-me dentro de uma lapiseira. Puxaram-me para baixo e comecei a ver luz…
Agora, que estou cá fora, vejo umas linhas… Ohhhhh não…!
Raquel Fernandes – 7º F

sexta-feira, 16 de março de 2012

A apresentação do livro "A tua cara não me é estranha" juntou pais e filhos na BE.
Foi um fim de tarde diferente, que proporcionou um agradável convívio entre a escritora e os nossos convidados.
Vejam aqui alguns desses momentos!




segunda-feira, 12 de março de 2012

Estamos muito satisfeitos com a participação dos nossos alunos nos passatempos.
Desta vez, foi o aluno João Dinis Carvalho, do 5º B, que se voluntariou para fazer a pesquisa bibliográfica. Para descobrires a figura mistério dirige-te à estante da "Música" e consulta os livros História da Música (página 20) e O meu álbum da MÚSICA (página 42).
Também podes fazer uma pesquisa na internet, consulta o site:

 http://fragmentos.com.sapo.pt/romantismo/compositores.htm

Passatempo nº 5 - A figura mistério.

PARTICIPA ATÉ AO DIA 23 DE MARÇO
Foi compositor e pianista. Nasceu na aldeia de Żelazowa Wola, ducado de Varsóvia, filho de mãe polaca e de pai francês. Aclamado na sua terra natal como uma criança prodígio, aos vinte anos deixou a Polónia para sempre. Em Paris, fez carreira como intérprete, professor e compositor, De 1837 a 1847 teve uma relação turbulenta com a escritora francesa George Sand. Sempre com a saúde frágil, morreu em Paris aos 39 anos, vítima de tuberculose. 
De acordo com a família do compositor, nasceu em 1 de Março de 1810. Os seus pais tiveram outros três filhos. Em Outubro de 1810, quando tinha sete meses de idade, a sua família mudou-se para Varsóvia, onde o pai assumiu a função de professor de língua e literatura francesa.
A família falava polaco em casa. Cresceu culturalmente na língua polaca e nunca atingiu igual domínio da língua francesa. Era uma criança "aluada, pálida e sentimental", dotada de um instinto musical quase tão agudo quanto o de Mozart.
Durante os seus anos de escola, há rumores de que foi um talentoso retratista e mordaz escritor de cartas.
O jovem recebeu as primeiras aulas de piano da sua irmã mais velha e foi, posteriormente, ensinado por sua mãe. O seu talento musical logo apareceu, ganhando em Varsóvia a reputação de "segundo Mozart". Aos sete anos ele já era autor de duas polonesas (sol menor e si bemol maior).
O prodígio foi destacado nos jornais de Varsóvia, e tornou-se uma atração nos salões da aristocracia da capital. Também começou a dar concertos públicos para caridade. Diz-se que uma vez lhe perguntaram o que pensava que a plateia mais gostava nele; o garoto de sete anos de idade replicou: "a gola da minha camisa".
Ele apareceu pela primeira vez em público como pianista aos oito anos de idade. Em 1848, deu o seu último concerto em Paris. Ele inovou com novas formas musicais, como a balada, e introduziu significantes inovações nas formas existentes, como a piano sonata, a valsa, o nocturno, o estudo, o improviso e o prelúdio. Alguns citam as suas obras como "os principais pilares" do romantismo na música erudita do século XIX. Além disso, mostrou-se nacionalista mesclando a sua música com elementos eslavos; hoje as suas mazurcas e polonesas são fundamentais para a música clássica nacional polonesa.
Nas primeiras horas de 17 de Outubro morreu. Antes do funeral, de acordo com o seu desejo, o coração foi retirado devido ao medo de ser enterrado vivo. Foi posto, pela sua irmã, numa urna de cristal selada, destinada a Varsóvia. O coração permanece até hoje lacrado dentro de um pilar da Igreja da Santa Cruz. Foi enterrado, de acordo com o seu desejo, no Cemitério Père Lachaise. Depois, alguns dos seus amigos polacos foram a Paris, com um jarro de terra proveniente da sua terra natal, e espalharam-na pelo seu túmulo, para que ele se mantivesse em solo polaco. A sua sepultura atrai numerosos visitantes e é invariavelmente enfeitada com flores, mesmo no inverno.



A resposta ao passatempo nº 4 é... Johannes Gutenberg! Foi o primeiro a iniciar uma Revolução na Imprensa no séc. XV. Parabéns aos participantes, mas uma vez todos descobriram a figura mistério.

quinta-feira, 8 de março de 2012





A figura mistério do passatempo nº 3 é Alexander Fleming. Pela descoberta da penicilina e os seus efeitos curativos em várias doenças infeciosas recebeu, em 1945, o Prémio Nobel de Fisiologia/Medicina.


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Passatempo nº 4 - A figura mistério.

Participa até ao dia 9 de Março!

Nasceu em Mainz, uma cidade alemã, por volta de 1390, numa família abastada. Lia muito, numa altura em que poucos se podiam dar a esse luxo. Graças a este homem, há pouco mais de 550 anos, o livro passou a ser um objecto acessível a ricos e pobres. Digamos que ele inventou a cópia. Até aí, os livros eram copiados à mão por monges ou escribas e demoravam vários meses para ficarem prontos. Eram autênticas obras de arte e muito caros. O papel era de qualidade quase preciosa e tinha vinhetas, cabeçalhos e margens ilustradas. Tudo isso mudou quando ele inventou a imprensa. Os conhecimentos adquiridos na profissão de ourives foram fundamentais para a sua invenção dos tipos móveis de chumbo fundido, com que se faziam as letras para imprimir. Certo dia, conseguiu produzir caracteres móveis com uma letra cada, fundiu-os em série, agrupou-os de modo a formar palavras, linhas e páginas que, depois de tintadas, eram comprimidas contra o papel com uma prensa de madeira. No início da década de 1450 imprimiu o primeiro livro: a Bíblia. Nos anos que se seguiram, este invento produziu grandes transformações. Agora podia ler-se em qualquer local e a qualquer hora. O livro tinha deixado de ser um objecto precioso. O ensino deixou de ser, sobretudo, oral e pela primeira vez era possível aprender sozinho.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012





A figura mistério do passatempo nº 2 é o filantropo Bill Gates.


Parabéns a todos os participantes.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

DIA DE S. VALENTIM


A BE associa-se às comemorações do dia de S. Valentim e elaborou um placard com informações sobre a lenda que lhe está associada, com quadras para o dia dos namorados retiradas da internet e outras de Fernando Pessoa (Quadras ao Gosto Popular).
Inspirarem-se para fazerem os vossos poemas de amor, de amizade...
Na elaboração do placard  colaborou a aluna Ana Gaspar, do 6º E, nomeadamente na pesquisa da informação e na realização dos elementos decorativos.
Na disciplina de EMRC está a desenvolver-se uma actividade de recolha de mensagens de afeto. Na BE encontram uma caixa de correio, onde podem colocá-las.
Participem!
Façam as vossas mensagens de afeto para alguém especial...

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Passatempo nº 3 - A figura mistério

Participa até ao dia 17 de fevereiro!
Nasceu na Escócia a 6 de Agosto de 1881. Em 1901 entrou na Escola Médica. Certo dia, arranjaram-lhe um trabalho num laboratório do hospital. Gostou tanto da experiência que continuou ali, mesmo depois de ter concluído a especialidade de cirurgia. Estava completamente apaixonado pela investigação laboratorial. Naquele laboratório, a função de Alec era saber quais as bactérias que provocavam determinada doença e, depois, criar uma vacina que conseguisse matar esses germes.
Com a Primeira Guerra Mundial foi obrigado a viajar até França onde estudou vários tipos de bactérias e transformou-se num especialista de ferimentos de guerra. De volta ao Reino Unido, descobriu, em 1922, a lisozima, uma enzima antibacteriana que se produz naturalmente no nosso corpo.
Seis anos depois faria uma das mais importantes conquistas científicas, graças à qual hoje vivemos mais anos. Não inventei a penicilina. A natureza é que a fez. Eu só a descobri por acaso., afirmou certa vez. Numa manhã, o nosso cientista entrou no laboratório e, ao observar ao microscópio uma das caixas com culturas de bactérias, reparou que tinha um aspecto esquisito. Aparecera uma mancha verde de uma espécie de bolor que tinha matado as bactérias daquela caixa. Estava descoberto o primeiro antibiótico: a penicilina. Veio a perceber-se que poderia ser usada no tratamento de infecções mas, só dez anos mais tarde, dois outros cientistas experimentaram utilizá-la como medicamento. Em 1945, os três receberam o Prémio Nobel da Medicina. Por essa altura, a penicilina era já produzida em grandes quantidades e salvara milhões de vidas.

Pista: Consulta a coleção "Eureka! Eureka!"